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  A história do Acarajé da Serra
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  Segunda Feira, 18 de Dezembro de 2017  
 
Uma breve história do ACARAJÉ DA SERRA
 
 

Martinho Krainovic

A decisão de iniciar um comércio de comida típica baiana na serra de Teresópolis surgiu de uma oportunidade e também da necessidade de trabalhar mais perto de casa. No ano de 1998, meu cunhado e sua esposa vendiam acarajés e outros quitutes baianos em uma Kombi no alto da serra, no Soberbo. Com a privatização da BR 116, surgiram as restrições de comércio ao longo da rodovia, o que obrigou-os procurar outro ponto. Foi quando alugaram um  quiosque no antigo shopping Point 102 no Monte Olivetti, próximo ao km 104.  Eu não tinha nenhuma participação no empreendimento, apenas ajudei-os a montar o quiosque pois  trabalhava na Ilha do Governador, em outro quiosque de comida baiana. Passados dois anos, meu cunhado decidiu não mais investir na serra de Teresópolis. Encerrou as atividades e voltou a sua cidade de origem, Salvador-Ba.

Foi aí que surgiu a oportunidade, e, após negociações, eu e minha esposa, desfizemos a bem sucedida sociedade que tínhamos na Ilha do Governador e alugamos o mesmo quiosque no Monte Olivetti, abrindo nosso próprio negócio e assim mais próximos da nossa residência.

A estrutura inicial era modesta e muito simples. Uma mesa, quatro cadeiras. Tratava-se de uma empresa informal num regime de funcionamento formal.  O dia 09 de setembro de 2000, foi o primeiro dia de funcionamento, e neste dia, no final da tarde foi vendido não mais que sete acarajés e alguns refrigerantes.  Quem  primeiro provou o acarajé foi o proprietário do Shopping, o Sr. Antonio Liboredo, que sempre apoiou e incentivou nosso trabalho.

Em poucos meses o quiosque já vinha conquistando uma boa clientela e muitos se tornaram nossos amigos. O  cardápio  conquistava clientes cada vez mais exigentes. O acarajé, o bobó de camarão as moquecas, a casquinha de siri e os caldinhos foram desde o início muito procurados. O jeito simples e improvisado das instalações também chamava a atenção de todos. Muitos se utilizavam do pequeno balcão para consumir e beber, e quando chovia e ventava forte, alguns clientes se molhavam, bem como todo o quiosque inundava.  Mas nada que afastasse alguém, tampouco os amigos.  

Muitos clientes também fizeram do quiosque a sua parada obrigatória ou seu ponto de encontro. Quando se referiam ao “quiosque” não usavam a palavra “quiosque” e sim ao “acarajé da serra”.   Ao telefone diziam: -Estou no acarajé da serra! !... e assim surgiu o nome do quiosque “ACARAJÉ DA SERRA” devidamente batizado pelos seus clientes e hoje protegido e registrado.

Como todo negócio, foi natural que surgissem as fases difíceis, os altos e baixos,  e também a vontade de desistir. Infelizmente ainda hoje em nosso país, pouco ou quase nenhum estímulo é dado ao micro e pequeno empreendedor. A cegueira, e por que não dizer, o descaso e a irresponsabilidade dos nossos representantes, faz com que nada ou muito pouco seja investido no setor que mais emprega e o que mais atenua os conflitos sociais. Hoje, graças a Deus vê-se alguma atenção no que tange a regularização de atividades informais, mas sempre impondo alta carga tributária e comprometedora. Basta observar que nada fazem contra a pesada carga tributária que oprime e desestimula a pequena  organização. O exemplo mais recente é o justo e amplo apoio que é dado às indústrias, com a redução do IPI, mas nada semelhante é feito em favor da micro e pequena empresa.

No segundo ano de vida, o Acarajé da Serra já contava com quatro mesas e uma programação musical aos sábados.  As quartas havia o encontro de amigos e clientes para a “boca maldita”. Tratava-se de um divertido programa onde clientes e amigos se reuniam para conversar, criticar, rir, fazer amigos e provar um prato inovador. Em muitas ocasiões um cliente, previamente escolhido, trazia os ingredientes ou o prato pronto.  Lembro-me do javali assado, dos fondues de chocolate com pimenta, dos racletes da grande amiga Maria Emilia, do bobó de fruta pão e do coelho a caçadora, bem como do pinhão cozido. Não dá pra esquecer os vinhos especiais que aqueciam as noites geladas da serra. Assim o quiosque congregava pessoas, promovia o movimento e faturava na venda de bebidas e outros produtos.

Em 2005 foi dado um passo maior para a concretização do negócio: com a ajuda da grande amiga Maria Emília, entusiasta e envolvida na história do Acarajé da Serra , conseguimos inaugurar uma filial no centro de Guapimirim, e desta vez sim, uma  empresa formal e legalizada. Um ano depois alugamos dois espaços no Shopping Ponto da Serra  para onde transferimos e centralizamos toda nossa atividade e é onde estamos instalados até hoje.

O Acarajé da Serra conta hoje com uma equipe de sete colaboradores que trabalham no regime de turno, cobrindo um expediente que começa às 06:40h com o café da manhã e terminando após a meia-noite, de terça a domingo. Nosso foco é a comida típica baiana e frutos do mar, mas oferece muitos outros pratos,  totalizando mais de 110 ítens entre entradas,  petiscos, refeições, sobremesas e mais uma grande variedade de bebidas e drinks. Os itens mais pedidos são as moquecas de camarão e peixe, os caldinhos de peixe, de aipim com camarão, a casquinha de siri, o bobó de camarão, o filet ao molho madeira, a porção de mini-acarajés, dentre outros. As bebidas mais tradicionais são a batida de gengibre e a grande variedade de marcas de cervejas super geladas. Há uma programação musical toda sexta e sábado e conjuntos regionais se apresentam com shows de MPB. O público é bastante diversificado:  famílias,  jovens e velhos, solitários, casais e grupos.

Este ano estaremos completando 9 anos de existência e o projeto do Acarajé da Serra para os próximos anos baseia-se no tripé EQUIPE, PROFISSIONALISMO e RESULTADOS. Na EQUIPE o foco é a responsabilidade, o respeito e o desenvolvimento pessoal. No PROFISSIONALISMO o foco é a atenção ao cliente, produtos competitivos e comércio dinâmico e no RESULTADO a construção de um futuro melhor, o progresso e a superação.

Esta é uma breve história da nossa empresa, e quero ainda registrar e agradecer o grande apoio que tivemos dos fornecedores,  de diversos clientes,  e que muitos, a seu tempo, também se tornaram grandes amigos, e que até hoje de uma forma ou de outra nos prestigiam, nos apóiam e nos ajudam a superar  obstáculos: obrigado Paul, Renée, Maria Emília, Tomaz, Juan, Antonio Liboredo, Cecília, Zé Carlos, Carlos Marques, Raimundo (baixinho), Stela, Marquinhos, Marlene e Rubens e muitos outros.

Contato: www.acarajedaserra.com.br

 
 

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